Além de expor as sobras de acidente que chegou a matar um operário e que ainda está na área, proprietários de unidades próximas relatam rachaduras provocadas pela intervenção urbana. Atraso, poluição e danos são as principais reclamações, mas a desvalorização das unidades que estariam à venda ou para locação é a maior delas, como relataram recentemente os moradores e foi noticiado no jornal O Estado de S.Paulo.
Espera-se que o que hoje é um transtorno e um agravo à paisagem possa, assim que as obras terminarem, virar um atrativo a quem queira morar, alugar ou investir na região, exemplos não faltam na cidade de transtornos que se transformaram em lucro, com unidades próximas a estações de metrô, por exemplo, que mais que dobraram de valor após as obras finalizarem-se. O mercado aguarda os próximos capítulos.
Em tempo: em alguns pontos da cidade, o governo estadual suspendeu as obras do monotrilho. Os motivos são os mais diversos, que vão desde problemas com as estruturas, acidentes, erros de projeto, falta de verba, entre outros.